CURSO DE DANÇA BUTOH - PUC

A PORTO ALEGRE CIA DE DANÇA em parceria com o OGAWA BUTOH CENTER, convida todos os interessados em conhecer e explorar a Dança Butoh, para participar do curso que será ministrado em setembro, na PUC RS. Uma iniciativa do Instituto de Cultura da PUC, que abre as portas da Universidade oferecendo a oportunidade imperdível de trabalhar com o precursor do Butoh na América Latina - João Butoh.

O curso oferece uma introdução ao pensamento e história da dança Butoh, através da exploração dos métodos básicos e das ferramentas corporais do método Aiar Butoh. Esta dança experimental é a relação do homem com a sua própria existência, sua natureza no corpo primitivo, seu lado irracional.

Os participantes terão também a oportunidade de participar das Visitas Poéticas, performances de rua que acompanham o projeto de montagem do espetáculo AS ÚNICAS COISAS ETERNAS SÃO AS NUVENS.

CURSO DE DANÇA BUTOH
ministrante: João Butoh
onde: PUC RS
quando: de 05 a 13 de setembro de 2014
horário: sextas a noite e sábados pela manhã
publico alvo: aberto a todos os interessados com ou sem experiência
inscrições: 51 3320 3727
mais informações: instituto.cultura@pucrs.br



OBRIGADO PASSO FUNDO


OBRIGADO GRAVATAÍ




EU ESTIVE AQUI - CLIP

Álbum de Fotos - EU ESTIVE AQUI - Em Cena 20 anos

FOTOS: GABRIELA PALUDO SULCZINSKI E LAÉRCIO SULCZINSKI


OBRA EQUILIBRADA E ADMIRÁVEL

Antônio Hohlfeldt

Programado para a última noite do recentemente encerrado Porto Alegre em Cena, o espetáculo que a Porto Alegre Cia. de Dança apresentou e reprisou na semana seguinte é um daqueles raros trabalhos a que a gente vai assistir com a expectativa de aplaudir uma boa performance, mas que acaba nos possibilitando muito mais do que isso, gratificando profundamente a quem foi assisti-lo. 

Esta é a segunda produção própria da Porto Alegre Cia. de Dança a que assisto. E não sei dizer exatamente o que é melhor: a inesperada e sensibilíssima coreografia do escocês Mark Sieczkarek, a beleza combinada do espaço de palco e o figurino, que sublinham e reforçam a própria coreografia, ou a absolutamente correta interpretação do conjunto de bailarinos. Seja o que for, e provavelmente seja tudo isso, mas, sobretudo, porque equilibradamente combinados entre si, estes elementos acabaram constituindo um espetáculo de exceção, sobretudo por sua emotividade. 

O trabalho anterior, de estreia do conjunto, já havia chamado a atenção, mas, de certo modo, e comparativamente a este novo espetáculo, constituía-se apenas num bom e correto espetáculo. 

É surpreendente imaginar que um europeu, especialmente um escocês, que tem uma experiência cultural absolutamente diversa da nossa, consiga nos interpretar tão corretamente como podemos ver nesta coreografia. O ritmo e a musicalidade que atravessam todo o espetáculo - de cerca de hora de duração -, cativam e prendem desde o primeiro minuto. A partir do momento em que se abre o pano de boca, já estamos envolvidos. E é importante observar que o coreógrafo também responde pelo cenário e pelo figurino tanto quanto pela escolha da trilha sonora do espetáculo, marcadamente sincopado ao gosto dos ritmos da música popular brasileira, a partir de composições do Cordel de Fogo Encantado, Caetano Veloso e Naná Vasconcelos, especialmente. Isso faz com que Eu estive aqui fique assinado à maneira brasileira sem, contudo, deixar de ser universal. E penso que é para isso que, ludicamente, Sieczkarek quer nos chamar atenção. O título da obra parece não ter nada a ver com a obra em si mesma, mas o fato é que a obra funcionaria objetivamente como uma espécie de atestado da sensibilidade e inteligência emocional do artista, como se ele dissesse: eu estive aqui, vi e ouvi a cultura de vocês e mostro o que dela compreendi através desta coreografia. 

O elenco da Porto Alegre Cia. de Dança igualmente esmerou-se na melhor interpretação e concretização possíveis da ideia do coreógrafo. O conjunto de nove bailarinos (dois homens e sete mulheres) ultrapassa qualquer caracterização diferenciadora de cada um dos indivíduos para funcionar como um conjunto harmônico e dinâmico, de onde o efeito de uma espécie de mecanismo muito bem azeitado, que funciona com naturalidade e objetividade, mas também com força emocional e unidade motivacional: é assim, transformando-se num único, a partir da ideia do coreógrafo até a iluminação de Maurício Moura, que o espetáculo acaba se transformando numa verdadeira obra de arte. 

Uma obra que emociona, uma obra que faz com que o público se deleite ao longo de espetáculo, não queira que ele acabe e, quando ele termina, fica quase que sem vontade de aplaudir, para não quebrar a magia ainda em efetividade. Foi assim que aconteceu: pela trilha sonora, a peça parece constituir-se num grande movimento circular, saindo e retornando à mesma composição musical que, por seu lado, provoca o mesmo conjunto de evoluções coreográficas. A peça, assim, fecha-se, não no sentido de obra difícil ou de autossuficiência, mas enquanto balé holisticamente bem constituído, de modo que não se pode mexer em qualquer movimento sem desconstruir a obra, que tem tal articulação entre seus elementos que qualquer um que sofra interferência, desmonta-a. 

Espero que o grupo possa apresentar-se mais vezes para os mais diversos públicos, porque a obra merece, o coreógrafo merece, o grupo merece e a arte merece.

EU ESTIVE AQUI POR RODRIGO KÃO ROCHA

Ó... deixa eu falar! Não entendo muito de dança, ok? Entendo o que gosto e o que não gosto, e sei avaliar o que está posto em cena... Afinal, a força do meu trabalho me ensinou algumas coisas certo? Então vamos lá!

Acabo de chegar do espetáculo "Eu estive aqui" da POA Cia. de Dança e cara... Poderia falar horas sobre o que vi e senti... Mas vou me deter aos fatos que mais me saltaram aos olhos:


Primeiro: Um espetáculo 100% monocromático e monocórdico. Explico, pois é simples. Todo ele concebido em preto e branco e com uma (ou várias) músicas que ficavam repetindo, repetindo, repetindo até trocar. Falando assim, é um espetáculo chato né? Não! Pelo contrário, um espetáculo colorido por coreografias limpas, bem executadas, emocionadas e emocionantes, que te dão uma vontade louca de sair repetindo os movimentos.


Segundo: Uma iluminação magnífica do Maurício Moura, que não é de hoje se sabe entender bastante de iluminação para dança, mas que a cenografia aprontou um desafio para ele no momento em que fechou a caixa cênica nas laterais. O pouco que sei de iluminação para dança e que aprendi com o próprio Maurício quando ele fez a luz de "Exercício sobre a cegueira", espetáculo que fiz com Camilo de Lélis, é que iluminação para dança deve priorizar as laterais para dar volume aos corpos. Bem, com a caixa cênica fechada dos lados, é impossível, mas mesmo assim, a luz estava linda. Toda em branco e resistência, mas que valorizou e muito os bailarinos e as coreografias.


Terceiro: Movimentos precisos, simples e limpos e de um bom gosto primoroso que dão a sensação de serem banais. Portagens simples e silenciosas, limpas e bem executadas, corpos vivos em cena e a sensação nítida de que daqui a pouco um deles ia sair voando pelo palco e aterrissar na plateia.

Sempre digo ter pavor do tal de "pós dramático" pois quando vou ao teatro quero ouvir histórias e não ter sensações, pois se é para ter sensações, vou a um espetáculo de dança... Bem, seguindo essa lógica criada por mim, tive várias sensações lindas assistindo "Eu estive aqui". Outra lógica minha, é que o espetáculo é bom quando eu sinto vontade de estar em cena. Bom, seguindo essa outra lógica criada por mim, é um ótimo espetáculo que eu recomendo 100%. Deve ser assistido, até mais de uma vez se possível.


Bravo POA Cia. de Dança! Lindo trabalho.


* Rodrigo Kão Rocha é ator e produtor teatral e tem o crédito da foto acima

EU ESTIVE AQUI - depoimentos


PRÉ-ESTREIA NO TEATRO RENASCENÇA

O espetáculo de dança mais legal que eu já vi! Quando saí da apresentação haviam pessoas cantando a música Zoinho do meu Amor e eu fiquei com ela na cabeça durante uma semana.
Pedro de Andrade - estudante


É muito bom usufruir dos espetáculos da Porto Alegre Cia de Dança. Chama a atenção o rigor, a disciplina, a criatividade com que levam seu trabalho.
Glênio Póvoas - pesquisador e professor de cinema

Pode-se afirmar, sem risco de exagero, que a segunda parte da trilogia "Partituras Brasileiras" da Porto Alegre Cia de Dança, é um trabalho primoroso. O que se vê é um espetáculo alegre, delicado, instigante. O todo dialoga harmoniosamente, proporcionando grande prazer ao espectador. Parabéns pela competência. Obrigada pelo prazer proporcionado.
Iara Chaves - advogada

Caprichado, chique, bem coreografado e muito bem dançado. Uma atmosfera leve com uma brasilidade vista por quem veio de muito longe. Este é o trabalho da Porto Alegre Cia de Dança. Me alegro de ter podido estar naquele momento compartilhando desta cena.
Bj parabéns!
Lisete Vargas - professora

Tocante, estético e delicado, esses são três adjetivos que poderiam substituir o nome do espetáculo EU ESTIVE QUI. Adorei a música e a expressão dos bailarinos, parabéns a todos pela dedicação a arte.

Ednardo Lima - professor

Assisti a pré-estreia ontem e gostei muito, parabéns! Muito interessante as trilhas escolhidas com todo o gestual da coreografia. Não entendo muito de dança, mas minha compreensão foi da colocação em cena da vida, seu início, a necessidade de outro, alegrias, tristezas, brincadeiras de crianças, o misticismo. A alternância de ritmo, emocionante, bacana. Será que minha percepção está correta? Grande abraço e sucesso para a CIA!
Rosangela Batistela - empresária

Estive hoje no EU ESTIVE AQUI. Fiquei encantada com o espetáculo. O cenário maravilhoso! Quando aquela caixa do tempo se abre, parece que um vento mágico passa pela platéia. Pássaros, borboletas, lembranças, histórias ganham a liberdade. Bailarinos, coreografias, figurinos, trilha, luz: tudo muito bonito! Parabéns! Sucesso para a companhia. Abraço para todos!
Teté Furtado - bailarina

ESTREIA EM WUPPERTAL - CRÍTICA

Fonte: Westdeutsche Zeitung - “Wuppertaler Kultur”, de 17/12/2010

Sieczkarek apresentou um espetáculo de dança leve e vaporoso
O prólogo é assumido pelo próprio coreógrafo. Mark Sieczkarek sobe ao palco trajando uma túnica preta e deixa, principalmente, seus braços e mãos dançarem uma história. Permite-se aos gestos entrar nos movimentos ondulantes. O solo é delicado e discreto.
Sieczkarek, que, por muitos anos foi integrante do Ensemble do Tanztheater de Wuppertal, trabalha de forma autônoma desde 1988. Com sua própria companhia e, em co-produção com a Porto Alegre Cia. de Dança, um grupo do Brasil, ele criou o espetáculo “Eu estive aqui” (Ich war hier). A peça teve sua estreia no espaço “Börse” junto a Wolkenburg.
Maracatu, um ritmo típico de Pernambuco, um estado no nordeste do Brasil, serve de ponto de partida e de fonte de inspiração para a coreografia. Ao som dessa música alegre e impulsiva, bem como de músicas do cantor brasileiro Caetano Veloso, três dançarinos e cinco dançarinas se movimentam em vestidos de cores claras, onde foram aplicados elementos florais. Os esboços para os figurinos e o cenário também são de autoria de Sieczkarek.
Alegremente, os dançarinos se movem em ondas, sugerem dribles e aclamações, cruzam o espaço gingando, se movimentam em fileiras, encenam pequenos momentos de encontro e de ternura e vão tecendo, bem espontaneamente, uma dança solo do cotidiano. Uma jovem dançarina, que se encaixa aqui ou ali na ação, traz uma nota de frescor à cena, bem como a brincadeira com os balões brancos.
De forma vaporosa e bonita, ao mesmo tempo que descontraída e concentrada, o grupo transpõe a atmosfera da música para o movimento. Nenhuma quebra de temperamento, nenhuma sensação de melancolia ou fadiga ensombrece a cena. Podemos sentir falta disso. Ou simplesmente nos alegrar com isso.
Tradução: Herta Elbern

MÜNSTER - CRÍTICA

A criação é benevolente com os seres humanos

fonte: Münstersche Zeitung de 13/12/2010 por Helmut JasnyDança: Mark Sieczkarek aquece o coração

MÜNSTER. Quando os dias ficam mais curtos e o tempo demonstra o quão desagradável pode ser, então acendemos as luzes no teatro, penduramos panos claros nas paredes e brincamos de verão, para que as pessoas possam novamente ter um pouco de alegria. Para isso, Mark Sieczkarek que, como escocês, também não cresceu em um ambiente ensolarado, se uniu com o grupo brasileiro Porto Alegre Cia de Dança. O resultado foi “Eu estive aqui (I was here)”, um espetáculo de dança marcado pela leveza dos países do sul que teve sua pré-estreia sexta-feira no Pumpenhaus.
Após um solo um tanto eurítmico do coreógrafo, oito dançarinos invadem o palco, formando pares e pequenos grupos, que entram em contato uns com os outros de forma delicada mas também muito expressiva. Ao som da música do “Cordel do Fogo Encantado” e outros ritmos latinoamericanos, tocam-se mutuamente nos ombros, afastando-se uns dos outros e tornando a se encontrar. Elevam os braços para o alto e os deixam cair, como se quisessem chamar a atenção do céu de que, ao lado de seu esplendor também ainda existe algo como uma terra.
Quando, logo a seguir, o canto se torna percussão, elementos africanos se misturam à dança que, com isso, adquire a forma de um ritual. Não são mais só indivíduos à procura de seu caminho nesta vida, mas sim uma comunidade que se encontra em perfeita harmonia. E, quando uma menina com um catavento de papel dourado adentra o palco e os dançarinos soltam balões no ar, se espalha a certeza de que a criação é benevolente com os seres humanos.
O mundo lá fora é cinza e sombrio, mas com Sieczkarek no palco tudo se torna claro e alegre. Este não é o tipo de transformação que conhecemos do Pumpenhaus, mas também não precisamos necessariamente ter algo contra tudo ser simplesmente simpático e bonito. Ainda mais quando, como aqui, foi feito muito bem.

tradução: Herta Elbern

EU ESTIVE AQUI - SINOPSE DO ESPETÁCULO


EU ESTIVE AQUI
A segunda coreografia de Mark Sieczkarek para a PORTO ALEGRE CIA DE DANÇA é inspirada na observação da eterna e infrutífera tentativa humana de aprisionar o tempo. Uma reflexão sobre o contraste transitoriedade x eternidade.

EU ESTIVE AQUI questiona a criação de identidades que delimitam o "sem fronteiras" e mascaram o fato de pertencermos a um organismo vivo, o Universo. No espetáculo temos um aprofundamento da busca humana, independentemente de local e tempo. A vontade de perpetuar o momento, que quando representado já não existe mais. EU ESTIVE AQUI aponta para o eterno que há em cada instante e traz para o palco a intensidade do momento presente, tão presente na dança, efêmera por natureza.

São movimentos que remetem a uma língua oculta, talvez ancestral, repleta de significados desejosos por comunicar a impossibilidade de compreender. Uma incompreensão que muitas vezes gera o impulso por deixar uma marca, ainda que seja uma cicatriz no planeta, um grito estático - EU ESTIVE AQUI.

A obra revela um caminho para a transcendência, a entrega com totalidade celebrada pela dança coletiva. Intensa, leve e alegre.

EU ESTIVE AQUI EM NOVO HAMBURGO

Com a ajuda de muita gente, uma grande estrutura foi montada na Casa de Cultura e Cidadania de Novo Hamburgo, para receber o espetáculo EU ESTIVE AQUI. Na platéia a comunidade dos arredores, muitas famílias e um grande número de crianças. Foi um encontro maravilhoso, muitas daquelas pessoas nunca haviam visto uma Cia de Dança. Os pequenos, sentados na frente das cadeiras, durante o espetáculo ficavam tentando reproduzir os movimentos dos bailarinos, encantados com a nova linguagem. Os bailarinos por sua vez, resistiram a um calor intenso e realizaram um belíssimo espetáculo, foram cercados ao final dos aplausos, solicitados a posar para fotos, muitas pessoas querendo registrar aquele momento tão especial.
A equipe da Casa ficou surpresa porque mesmo com o forte calor e a proposta tão inovadora, o público ficou até o final do espetáculo e aplaudiu calorosamente. 
A PORTO ALEGRE CIA DE DANÇA deixa aqui o registro de um espetáculo especial e aplaude iniciativas como estas da Casa de Cultura e Cidadania de Novo Hamburgo, que chegou na comunidade de Canudos há dois anos, disposta, entre outros tantos serviços,  a levar cultura a quem não tem acesso. Assim como nós, eles acreditam que é possível construir um trabalho consistente, com paciência, dedicação e amor. Obrigada, Lia, Arthur, Driele, Paulo e toda a equipe, vocês são a partir de agora nossos parceiros e que possamos juntos, levar dança a muitas comunidades e pessoas sedentas de arte em sua vida.
Equipe da Casa e elenco da Cia em Novo Hamburgo

EU ESTIVE AQUI EM CURITIBA

Sediado na praça Santos Andrade, o edifício do Teatro Guaíra abriga três auditórios, Bento Munhoz da Rocha Netto, Salvador de Ferrante e Glauco Flores de Sá Brito, e quatro corpos estáveis, a Orquestra Sinfônica do Paraná, o Balé Teatro Guaíra, o G2 Cia de Dança e a Escola da Dança.
Sua construção teve início no ano de 1952 e o projeto de 17 mil metros foi um dos marcos da arquitetura modernista no Paraná. O projeto arquitetônico do atual Teatro Guaíra é do engenheiro Rubens Meister (1922 – 2009), um dos precursores da arquitetura moderna no Paraná e um dos responsáveis pela implantação do curso de Arquitetura na UFPR, em 1962.
Em 1954 é inaugurado o primeiro de três auditórios que compõem o edifício: o Auditório Salvador de Ferrante, conhecido também como Guairinha. Neste espaço cultural tradicional da cidade, a PORTO ALEGRE CIA DE DANÇA teve a honra de apresentar EU ESTIVE AQUI, na noite de 7 de novembro de 2013 e muita alegria em receber na platéia, integrantes do Balé Teatro Guaíra.
Foi com grande emoção também que a Cia visitou as dependências e demais salas de espetáculo do complexo, como o grande auditório Bento Munhoz da Rocha Netto, também conhecido como Guairão, inaugurado em dezembro de 1974, depois de ser reconstruído após um incêndio em abril de 1970, que o deixou substancialmente destruído.
O complexo cultural que, desde 1975, se chama Fundação Teatro Guaíra e a PORTO ALEGRE CIA DE DANÇA têm assim suas histórias cruzadas e a Cia anseia por voltar a Curitiba para esta casa que acolhe o carinho e os aplausos do público.

EU ESTIVE AQUI EM FLORIANÓPOLIS

O Teatro Gov. Pedro Ivo não poderia ser melhor palco para receber o espetáculo que abriria o 2º Mukti Festival. Um teatro grande e moderno com uma equipe técnica muito eficiente e equipamento completo. Antes do espetáculo, um vídeo sobre o Festival, convidando a todos para ir a Barra de Ibiraquera entre 14 e 17 de novembro para aproveitar dias com shows e oficinas de artes, teatro, música, dança, meio ambiente, feira de trocas, meditação, tai chi, yoga e muita gastronomia. 
A Cia recebeu muitos amigos na platéia e EU ESTIVE AQUI  mais do que nunca foi uma celebração da vida, da energia do estar presente e da alegria de estar entre amigos tão queridos. A Cia logo após o espetáculo partiu para Curitiba, mas voltaria para passar dias inesquecíveis na Pousada Mevlana Garden, um presente do Festival, que encantou a todos da caravana.

EU ESTIVE AQUI no SESI e SESC RJ


Após nossa emocionante estréia no RJ, uma ótima recepção no acolhedor teatro SESI em pleno centro do Rio de Janeiro, aconteceu  uma comovente apresentação no SESC São Gonçalo. 
O espetáculo foi apresentado  para escolas de localidades próximas e o teatro ficou repleto de jovens entre 14 e 16 anos, a maioria entrando pela primeira vez em um teatro. Foi uma apresentação das mais intensas, com muita atenção da platéia e que acabou proporcionando uma interação totalmente espontânea e não prevista. Ao término da apresentação, nosso anfitrião Ayres Filho, pediu que fizéssemos um bate papo com o grupo de estudantes e todo o elenco ficou frente a eles para trocar idéias. Foi uma conversa descontraída e tocante, um professor chegou a perguntar como havíamos conseguido fazer com que os alunos ficassem em silêncio, prestando atenção por quase uma hora. A pergunta foi devolvida aos alunos, nós também queríamos saber o que havia acontecido. Mas eles foram bastante rápidos na resposta: “Achamos legal o espetáculo, ora!”
Mais uma vez todos sentimos o poder da Arte, a magia da dança, esta comunicação sem palavras que pode tocar os corações e provocar emoções tão intensas. Ficamos gratos pela oportunidade de compartilhar EU ESTIVE AQUI no SESC São Gonçalo e seguros de querer levar nosso espetáculo ao público jovem, ao maior número de estudantes possível. E que venham outras frutíferas interações como esta!

EU ESTIVE AQUI no RIO DE JANEIRO

Após do lançamento nacional, no Festival Internacional de Artes Cênicas, Porto Alegre Em Cena e de uma temporada no Teatro Renascença em Porto Alegre, o espetáculo EU ESTIVE AQUI, inicia circulação pelo Brasil, levando para outros estados um pouco da dança produzida no Rio Grande do Sul.

A primeira cidade visitada será o Rio de Janeiro, onde dia 28 de outubro, às 19h30min a Cia fará sua estréia nos palcos cariocas, no Teatro do SESI Centro

A cidade, celeiro de conhecidas Cias de Dança que percorrem o mundo levando suas belíssimas produções, não poderia ser melhor escolha para receber EU ESTIVE AQUI. O Rio de Janeiro, uma capital plena em diversidade e contrastes, é palco ideal para a obra que traz brasilidade e universalidade, fala do transitório e do eterno e brinca, como o próprio título diz, com a impossibilidade de não estar no momento presente, uma série de aparentes contradições  que transformam o espetáculo em uma viva celebração de encontro entre artistas e público.
Após a estréia, o espetáculo será apresentado no SESC São Gonçalo, no dia 30, às 15h. Um espetáculo com entrada franca e aberto para escolas. Ótima oportunidade para um encontro com o público infanto-juvenil. Este aliás tem comparecido aos espetáculos e mostrado que as sequências de  movimentos de mãos que aparecem na coreografia, para nossa surpresa, criam uma comunicação mágica, sendo absorvidos com emoção e repetidos pelos pequenos espectadores, como Sofia ali na foto acima.

A PORTO ALEGRE CIA DE DANÇA escolheu aproveitar esta temporada para desfrutar também dos encantos da cidade e ficará sob os cuidados da querida equipe da Casalegre em Santa Teresa.  Um lugar que respira arte e onde sem dúvida, nos sentiremos em casa.

Estão todos convidados a assistir EU ESTIVE AQUI no Rio de Janeiro, os ingressos estão a preço popular para que você traga seus amigos e venha celebrar conosco a arte da dança.

ROGER LERINA - TVCOM

EU ESTIVE AQUI, ALI E ACOLÁ

O projeto EU ESTIVE AQUI, ALI E ACOLÁ compreende a estreia nacional e turnê do espetáculo EU ESTIVE AQUI da PORTO ALEGRE CIA DE DANÇA. Esta obra  iniciou sua trajetória pelo fim, contrariando o fluxo normal de planejamento proposto para as obras da Cia: montagem, estreia, circulação regional, nacional e internacional.
EU ESTIVE AQUI começou ACOLÁ! 


Estreou na Alemanha, em pleno inverno europeu, mais exatamente em Wuppertal, cidade ícone na dança mundial, por ser sede do Tanztheater de Pina Bausch. Não foi por acaso, o artista convidado a assinar a coreografia - Mark Sieczkarek - mora naquela cidade, fez parte do elenco daquela famosa Cia e já havia estado no Brasil outras vezes, algumas em Porto Alegre, solidificando o intercâmbio iniciado com a criação de OLHOS FECHADOS NO SOL,  a obra de lançamento da
PORTO ALEGRE CIA DE DANÇA. 

Diante do exigente público alemão e da crítica especializada, a PORTO ALEGRE CIA DE DANÇA pisou pela primeira vez em palcos além mar. Surpreendendo a própria Cia,  EU ESTIVE AQUI foi recebido ACOLÁ com calor e entusiasmo, demonstrado acintosamente ao final de cada apresentação, quando a audiência em diferentes cidades,  aplaudia entusiasmada como pode-se conferir nos vídeos abaixo. 

Agora, finalmente, chega o momento de EU ESTIVE AQUI estrear e circular pelos palcos do Brasil. O projeto foi contemplado com o Prêmio Funarte Petrobras de Dança Klauss Vianna 2012 e o lançamento nacional será no
20º Festival Internacional de Artes Cênicas - Porto Alegre Em Cena. É a vez do exigente público portoalegrense receber a obra e celebrar junto à Cia gaúcha a arte que está surgindo aqui. Uma dança que transcende o espaço e o tempo para apontar o singular e o extraordinário de cada momento, sempre efêmero por natureza.

Depois a Cia visitará novos públicos, levando seu trabalho a outros ALIs, percorrendo teatros em cinco estados: RS, SC, PR, SP e RJ.


Esta turnê será só o começo de uma nova jornada da PORTO ALEGRE CIA DE DANÇA, em sua missão de levar a dança produzida neste Brasil DAQUI ao maior número de pessoas e a todos os lugares possíveis. Tal desafio só pode ser concebido com o apoio de muitos parceiros, a começar pelo elenco formado por  bailarinos cheios de determinação e coragem para assumir seu amor pela dança: Carolina Sulczinski, Cátia Ceccarelli, Genises Azevedo, Kyrie Isnardi, Luana Lacerda, Manoella Brunelli, Safia, Thiago Rieth e a pequena Débora Mascarello. Eles são a ponta do iceberg, a parte visível de uma estrutura sustentada pelo trabalho e dedicação ilimitada daqueles que não sobem no palco, mas amam a Cia e sua dança: André Birck dirigindo a parte técnica, fazendo a sonorização e  resolvendo todos os "pepinos" de montagem, Maurício Moura, o artista da luz que faz o espetáculo brilhar,  Amanda Jansson nos contatos com a imprensa e no intercâmbio amoroso com nosso público nas redes sociais, Mahendra no planejamento de cada passo da Cia, esculpindo todo o conceito e práticas que a Cia assume e Celina Robin que com o imprescindível apoio de seu Almeida e Rogério, realiza com prazer aquelas infindáveis questões de  execução operacional, obrigação de qualquer empresa. Também, Claudia Vilagran por deixar seus compromissos para poder acompanhar de perto a Cia quando precisamos e as habilidosas costureiras Cleusa e Neusa, sempre dispostas a aperfeiçoar os figurinos do espetáculo. Ainda, o Conselho Consultivo da PORTO ALEGRE CIA DE DANÇA que enriquece qualquer iniciativa com ideias, sugestões, dicas e contatos de extrema importância para o trabalho de criar uma saudável rede de colaboradores e amigos da Companhia da Cidade. Somos gratos por termos fortalecido e criado novos laços neste projeto, um obrigado especial ao Secretário da Cultura do Município Roque Jacoby, ao empresário Carlos Konrath, ao parceiro de toda hora Nelson Lacerda e ao incansável, na defesa de sua plataforma pela cultura, Dep. Federal Ronaldo Zulke e seu competente assessor Lucídio Bordignon.  Nesta rede que inclui diferentes apoiadores, não podemos deixar de agradecer à Lemhap que produz grande parte do material gráfico da Cia, ao Cassiano da Cako Penteados, sempre pronto a participar do espetáculo com sua arte, à Besouro Filmes, tendo a frente o talentoso Bruno Polidoro, é sucessivamente a grande parceira de nossos projetos quando a mídia é audiovisual, à Cia de Arte, sob direção de Rosa Campos Velho, que acolhe o grupo em seu Centro Cultural, um espaço no coração da cidade de valor inestimável para o trabalho das artes portoalegrenses e à RodaMundo pela busca constante das melhores opções para colocar a Cia na estrada. 

Parceiro de longa data, o Goethe Institut merece um especial agradecimento na figura do amigo Herr Sauer, que deixa em seu lugar a experiente Marina Ludemann, assumindo cheia de gás para seguir seu trabalho. EU ESTIVE AQUI é mais um fruto de intercâmbio com a Alemanha, que se iniciou em 2008, com o nascimento da PORTO ALEGRE CIA DE DANÇA, incondicionalmente apoiada pelo então Herr Direktor. Ele literalmente abriu as portas do Instituto para receber o coreógrafo Mark Sieczkarek. A ponte foi criada e segue a interação, com o espetáculo na programação do Alemanha + Brasil 2013 – 2014, “quando ideias se encontram”.


A relevância deste trabalho de longo prazo desenvolvido pela Cia, de criar excelência e trazer reconhecimento para a dança feita no Rio Grande do Sul, encontra agora novos horizontes com o patrocínio do BANRISUL e da CORSAN, empresas gaúchas que apostam  e atestam o grande valor do desenvolvimento cultural para o estado. 
Também da Compasso, agora Compasso UOL Diveo, uma grande empresa de TI que também é sensível as artes.
EU ESTIVE AQUI, ALI E ACOLÁ é um projeto que agrega muitas e diferentes forças e mostra que sim, que é possível, que a união faz a força capaz de transcender qualquer obstáculo, aquecendo corações e produzindo uma arte coletiva da melhor qualidade. 
Não deixe de estar lá e assistir este novo espetáculo!

EU ESTIVE AQUI EM CURITIBA



EU ESTIVE AQUI EM FLORIANÓPOLIS



EU ESTIVE AQUI EM NO RIO DE JANEIRO



ESTRÉIA NACIONAL - EU ESTIVE AQUI